Portadores de Futuro
   
 
 

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    BOAS PROSPECTIVAS

    Chegando o final do ano vêm os canais de TV, revistas e jornais e fazem suas RETROSPECTIVAS. Excluindo-se um pontinho aqui outro ali, é tudo igual. Tratam do que já sabemos.

    Olhar para trás é salutar quando objetiva a busca de referencias para novas prospecções. Senão, ou é saudosismo, quando preenchemos uma falta no presente; ou masoquismo, quando sofremos novamente.

    Lembremo-nos de que, mesmo quando olhamos pelo retrovisor, nosso olhar é para a frente.

    Um portador de futuro sempre olha para o futuro, óbvio!

    Francisco Gomes                 Marilza Vaz Gomes

    f_l_gomes@terra.com.br       marilzajsv@hotmail.com

     



    Escrito por por Francisco e Marilza às 23h49
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    RECONSTRUINDO REFERENCIAIS

    Mudar é próprio do homem e é um processo que se deflagra a partir da percepção do referencial que se tem comparado com aquele que se observa, se ouve ou se lê nos livros. A empregada doméstica observa; a vizinha dela ouve seus relatos; e, os filhos de ambas têm o livro como apontador dos seus sonhos. Aqui, entram as crenças que podem inibir a mudança. Se a empregada crer que “Deus quer assim” projetará na geração do seu filho a “vida” que tem. Se, contudo, ela “engravidar e embrionar” o sonho de mudar, seus filhos poderão “dar à luz” essa mudança.

     

    Um trabalhador que chacoalha 4 horas por dia, num ônibus malcheiroso, de segunda a sábado para ganhar o suficiente para uma vida subnutrida e não tem outro referencial como almejará sonhos maiores? Esse trabalhador deve buscar outros referenciais e nutrir sonhos de mudança mesmo que não vá se beneficiar deles. Não é fácil mudar os padrões da geração atual. Entretanto, grande esperança se pode projetar para a geração seguinte. Muitas vezes o legado é esse: alimentar a esperança em dias melhores.

     

    Nessa matéria, muito se pode aprender, ensinar, especular e até filosofar, mas “é preciso ir além das fronteiras” para mudar pra valer. Nada acontece por “geração espontânea”, é necessário agir e a aliança com a EDUCAÇÃO é indispensável. Não é necessário ir ao primeiro mundo, por exemplo, para conhecermos a realidade de lá. Se os poucos que lá visitam não compartilharem conosco, os livros podem nos trazer à luz os referenciais de vida daquele povo. Por falar em livro, a obra “Crer para ver” do Psicólogo americano Waine Dyer, nos ensina a ver por antecipação. Normalmente nos ensinam a “ver para crer”. A diferença de paradigma é brutal: é o POSSO MUDAR  contra  o DEIXA COMO ESTÁ.

     

    Um portador de futuro é, por excelência, um reconstrutor de referenciais.

     

     

    Francisco Gomes               Marilza Vaz Gomes

    f_l_gomes@terra.com.br       marilzajsv@hotmail.com

     



    Escrito por por Francisco e Marilza às 16h00
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    MARKETING DOS DESEJOS: DETRIMENTO DAS NECESSIDADES

    O homem veio a existir e trouxe consigo necessidades a serem satisfeitas. Nos primórdios resumiam-se a alimentação, abrigo e procriação. Hoje são: comidas, bebidas, vestuários, comunicação, transporte, lazer, educação, cultura, esporte, turismo, estética, auto-realização, auto-estima... Ufa!

     

    Para cada item acima o marketing de varejo oferece uma lista de “produtos e serviços” aliada a forte apelo emocional. Por quê? Porque necessidade é desejo, mas desejo nem sempre é necessidade. Daí o foco dele ser o desejo e não a necessidade. Há um dito popular simples e significativo que diz “formiga quando quer se perder cria asas”. Cuidado!

     

    A Economia diz “as necessidades são infinitas e os recursos para a satisfação delas são limitados”. Diferenciando-se necessidades e desejos percebe-se que a afirmativa acima é uma meia verdade já que o homem precisa de pouco para viver bem. Já todos os recursos do mundo são insuficientes para satisfazer os desejos de uma única pessoa. Tais desejos são infinitos, inexplicáveis e muitas vezes injustificáveis. Fazem milagres, ao avesso!

     

    A falta desse discernimento acarreta muito desgaste emocional. Quem não mede esforço para atender o apelo dos desejos e se omite em relação às necessidades tem como resultado: satisfação efêmera seguida de frustração duradoura. É comum cair no círculo vicioso de tristeza, infelicidade e descontentamento. Nem sempre a pessoa é capaz de empreender mudança de atitude. É necessário, então, procurar um amigo fiel ou especialista.

     

    O desejo inadiável de possuir “aquele carro” pode representar prejuízo na educação da família.

     

    Um portador de futuro quer asas para voar alto não para se perder como Ícaro.

     

     

     

    Francisco Gomes                               Marilza Vaz Gomes

    f_l_gomes@terra.com.br                       marilzajsv@hotmail.com        



    Escrito por por Francisco e Marilza às 17h27
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    ANTES DÚVIDAS QUE DÍVIDAS

    Muita gente não sabe o que é viver sem dívidas e sem o imenso DESGASTE EMOCIAONAL que isto acarreta às famílias. Muito cuidado com o fatídico “quem não se endivida não cresce”. Esse argumento é para quem ao invés de “gastar massa cinzenta” prefere “ir pela cabeça dos outros”, como piolho. É bom atentar para “cada cabeça uma sentença”. Os bons exemplos, de preferência, devem ser tomados como espelho não por mero impulso ou comodidade.

    A decisão de endividar-se deve levar em conta 4 justificativas plausíveis:

     

    1)       Gerar renda em investimento devidamente estudado;

    2)       Melhorar a capacitação profissional para ascensão pessoal e/ou da família;

    3)       Responder a uma emergência em face da qual não se tenha reserva líquida;

    4)       Livrar-se de dívida de encargos maiores que os da nova dívida.

     

    Isto nos permite dizer, simplesmente, que há dois tipos de dívida: a BOA e a RUIM. A primeira abarca as justificativas 1 e 2. Já a segunda diz respeito às de número 3 e 4. Ficou faltando algo? Pois é, quase sempre, outras situações são movidas por falta de consciência civil, por anti-solidariedade ou mesmo por impulso emocional. As 3 motivações são igualmente perniciosas.

     

    Havendo dúvidas, pare e pense!  Se a decisão para endividar-se não se pautar por nenhuma das 4 justificativas apontadas acima, fique cheio de dúvidas PORÉM sem dívidas.

     

    Um portador de futuro prefere dar uma palavra a esmolas tanto quanto disponibilizar recursos à solidariedade a endividar-se por impulso.

     

     

     

    Francisco Gomes                      Marilza Vaz Gomes

    f_l_gomes@terra.com.br              marilzajsv@hotmail.com.br



    Escrito por por Francisco e Marilza às 22h42
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    FILHOS CRIADOS PAIS DESOBRIGADOS

    “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.” (Pv 22-6)

     

    Ao contrário do ditado que se ouve frequentemente, “filhos criados trabalho dobrado”, o provérbio de Salomão destacado acima chama ao exercício da responsabilidade de ensinar e a ver que, ensinando adequadamente, os filhos tomarão seus caminhos sem desatinos. Os pais são os primeiros professores. É, portanto, necessário saber O QUE se está ensinando ou O QUE se está deixando de ensinar aos pequeninos. Não menos importante ainda é o COMO se está ensinando. Estamos ensinando À MODA “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, por exemplo?

    Muitos pais de nosso tempo desconhecem – também – que desde cedo devem instruir os filhos na busca pela independência de opinião e da independência financeira. Alguns deles projetam nos filhos expectativas suas que foram frustradas. Antevêem-se realizados nos seus filhos e acabam superprotegendo-os. Nunca dizem não na hora de repreender. Mas não abrem mão de dizer aos filhos o que devem “ser no futuro” como se eles (os filhos) não tivessem direito às próprias escolhas. Os jovens têm o direito de sonhar os próprios sonhos, arcando com os riscos inerentes, porque são sujeitos de expectativas e futuros senhores dos seus destinos. Em razão disso, boa parte da juventude atual não sabe dizer a que veio. Ócio e atitudes contraproducentes são a marca de muitos “meninas e meninos mimados”.

    É triste saber de milhares de pais omissos quanto à própria educação, têm vida medíocre e agora depositam todas as fichas no retumbante sucesso dos filhos como jogador de futebol. Agem com negligência em relação à educação do filho colocando-a no esquecimento. Não sabem que muitos jogadores terminam a vida carregando sacos na cabeça em portos brasileiros e bebendo cachaça para fugir da realidade. Não foram devidamente instruídos por seus pais e JOGARAM fora com futilidades tudo o que ganharam porque não sabiam onde estavam os limites.

    “Filho criado trabalho dobrado” é, sem dúvida, um excelente subterfúgio para esconder o medo do abandono. Transferência de responsabilidades para a prole. Incapacidade para formar sucessores. Ou pior: o medo de ser superado pelo próprio filho, quando este demonstra autonomia.

     

    Um portador de futuro espera sempre bons frutos dos seus ensinamentos.

     

     

    Francisco de Lima Gomes               Marilza Vaz Gomes

    f_l_gomes@terra.com.br                       marilzajsv@hotmail.com

     

     



    Escrito por por Francisco e Marilza às 23h23
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    LIVRO, O AMIGO DA ALMA

    Por que é o cachorro o melhor amigo do homem?

     

    Vivemos numa espécie de mundo cão e não é absurdo dizer que tem muita gente que vale menos que cachorro.

     

    O homem vira escravo de cachorro enquanto o livro, silente está ali ao seu dispor para servi-lo, sem exigir contrapartida. Quer seja carinho, água ou comida.

     

    Na década de 30 o célebre Monteiro Lobato encantou-se com a dedicação dos protestantes americanos para estudar e compreender um livro: a Bíblia. Foi aí que ele cunhou a famosa frase “um país se faz de homens e livros”.

     

    É do mesmo autor a frase contundente  “quem não lê, mal ouve, mal fala, mal vê”.

     

    Um portador de futuro vê o livro com o devido respeito e afeição.

     

     

    Marilza Vaz Gomes            Francisco Gomes

    marilzajsv@hotmail.com         f_l_gomes@terra.com.br

     

     

      

     



    Escrito por por Francisco e Marilza às 23h23
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    O PREÇO DA FALTA DE LIQUIDEZ

    Liquidez é um fundamento importante nas finanças de empresas, pessoas e famílias.

     

    O que é LIQUIDEZ?

     

    É a capacidade que um bem ou direito têm para ser convertido em dinheiro ou para ser aceito como meio de pagamento. Aquilo que é aceito como pagamento sob condições é pouco líquido. Tiquet de supermercados é pouco líquido porque é restrito àqueles supermercados conveniados. Aquilo que leva mais tempo para ser convertido em dinheiro é pouco líquido. Um imóvel é menos líquido do que um carro. E menos ainda se for rural. O papel moeda é um bem plenamente líquido. Na verdade, o dinheiro é a própria liquidez. Ele possui o instituto do “curso forçado” pelo qual ninguém pode se negar a aceitá-lo como pagamento.

     

    A falta da liquidez sujeita as pessoas ao endividamento forçado comprometendo o poder aquisitivo da renda familiar. Ou pode acarretar perda patrimonial. Ou pior ainda, as duas coisas juntas. Um fato comum é a contratação de um consórcio em que o consorciado acaba se endividando para pagar as últimas prestações ou vendendo sua cota com deságio*. Vale ressaltar que o deságio* de consórcio de veículos é em torno de 50 a 60%. No caso de imóveis pode ser até maior.

     

    Deve-se analisar bem a operação, levando-se em conta o prazo a ser contratado para que a real capacidade financeira seja o norte na tomada de decisão.

    Um portador de futuro se mantém atento à sua liquidez para não trabalhar e ver o resultado do seu suor no bolso dos outros.

     

    *Desconto aplicado sobre o bem vendido com vantagem para o comprador.

     

    Francisco Gomes                               Marilza Vaz Gomes

    f_l_gomes@terra.com.br                       marilzajsv@hotmail.com        



    Escrito por por Francisco e Marilza às 00h29
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    MAIS INTANGÍVEL MAIS NECESSÁRIO MAIS ABUNDANTE

    Um copo sobre uma mesa "vazio", aparentemente, está mesmo vazio?

    NÃO. Não está vazio! Por quê? Porque o copo está cheio de AR.

     

    Quanto mais INTANGÍVEL mais NECESSÁRIO:

    ð      Terrenos, edificações, vestuários, comidas, bebidas, ar, motivação... espírito.

    Quanto mais NECESSÁRIO mais ABUNDANTE:

    ð      Apenas o que flui do espírito é mais abundante que o ar.

     

    O ar é o elemento físico que faz o elo entre a matéria e o espírito. Tanto é que a Bíblia usa o “sopro” de Deus nas narinas do homem para representar a vida e dizemos “fulano deu o último suspiro” (faleceu!). Deus criou-nos para a alegria e a felicidade. Ao longo da vida, experimentamos circunstâncias desfavoráveis e nos chocamos com o que ocorre aos outros. Essas coisas nos tornam céticos e tristes.

     

    É por isso que as crianças são alegres, mesmo quando extremamente pobres. Não existe nada mais intrigante do que uma criança triste. Alguém a entristeceu!

    O mundo das crianças é lúdico e onírico e elas são “motivadas para a bagunça”.

    Quanto mais motivados estivermos mais crianças seremos.

    Sem motivação não há vida.

     

    As COISAS TANGÍVEIS nos são indispensáveis, mas nunca estarão acima da nossa capacidade de ANÁLISE, RACIOCÍNIO e JULGAMENTO.

     

    QUANTO CUSTA O AR QUE TU RESPIRAS?

    QUANTO CUSTA O FÔLEGO QUE ANIMA A TUA ALMA?

     

     

    Marilza Vaz Gomes            Francisco Gomes

    marilzajsv@hotmail.com         f_l_gomes@terra.com.br



    Escrito por por Francisco e Marilza às 00h39
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    O VALOR DA EXCELÊNCIA

    Sêneca, filósofo estóico, do primeiro século da Era Cristã, conselheiro de Nero, dizia "quando não se tem DESTINO nenhum CAMINHO é viável". Parece óbvio, mas para muitas pessoas não o é. O americano Peter Drucker, grande mestre da Administração Estratégica, 19 séculos depois de Sêneca legou-nos os dois critérios gêmeos para avaliar a efetividade das ações empresariais: "EFICIÊNCIA e EFICÁCIA".

     

    Eficiência é fazer do MODO certo.

    Eficácia é fazer a COISA certa.

    Logo, a primeira trata do MEIO ou, como diria Sêneca, CAMINHO; a segunda diz respeito ao FIM, ou como diria Sêneca, DESTINO.

    Assim, a EFETIVIDADE equivale a FAZER do modo certo a coisa certa.

     

    O foco de Drucker são as companhias entretanto isto pode e, deve, ser aplicado no plano pessoal com os mesmos níveis de exigência e expectativa por resultados.

    Para o alcance de resultados efetivos devemos aplicar a fórmula: P + O + D = E:.

     

    Planejamento, Organização e Disciplina...  Excelência.

     

    Marilza Vaz Gomes            Francisco Gomes

    marilzajsv@hotmail.com         f_l_gomes@terra.com.br



    Escrito por por Francisco e Marilza às 23h32
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    REVERTENDO FEED BACK NEGATIVO

    O que devemos fazer ao ouvir mensagens negativas sobre nós?

     

    “Um fazendeiro, após ter o jegue mais velho da fazenda (já aposentado), animal da mais alta estima, caído num buraco, convocou empregados para o resgate. Utilizaram todos os recursos possíveis naquele lugar e o animal sofria cada vez mais. Após noites em claro e em profunda tristeza, aconselharam-no a sacrificar o bicho para aplacar o duplo sofrimento. Relutou e por fim ordenou que o buraco fosse aterrado acreditando ser a melhor decisão. Depois de horas de angustiante trabalho perceberam o dorso do animal como que por milagre, vindo à superfície. Certificaram-se de que não era fantasia e foram dar a boa notícia ao patrão que explodindo de alegria ajudou a finalizar o resgate. Levaram muito tempo para compreender o que ocorrera ali”

    O que acontecera afinal?

     

    O jegue sentindo pesar o dorso meneava o corpo e a sujeira ia ao chão. Para evitar que os pés atolassem, levantava as pernas e as colocava sobre o entulho. Assim, subia vagarosamente.

     

    Não podemos evitar que nos arremessem coisas ruins, mas elas não precisam permanecer sobre nós.

     

     

    Marilza Vaz Gomes            Francisco Gomes

    marilzajsv@hotmail.com         f_l_gomes@terra.com.br



    Escrito por às às 17h43
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    VOCÊ PODE SER RICO E NÃO SABE

    Alguém diz “pagando bem que mal tem, eu quero é me dar bem!”. Outro: “numa casinha de sapê, o que me importa é ser feliz!”. No primeiro caso, o apelo ao material é evidente. No segundo, há forte apelo ao imaterial ou seria mera evasiva, negligência e covardia?

     

    Afinal, o que é ser rico?

     

    1) RIQUEZA PROVÉM DO TRABALHO.

    O fato de o trabalhador não ter a posse da riqueza não invalida essa verdade. O trabalho tem a função de nos ocupar, dignificar, enobrecer e tanto quanto possível nos acrescentar bens materiais. O trabalhador é digno mesmo quando injustiçado.

    2) RIQUEZA INDIVIDUAL TEM A HONESTIDADE COMO LIMITE.

    Sendo honesto o indivíduo pode até ser dono do mundo. Tantos são pobres por serem negligentes e causam privações às famílias. Esses são os piores desonestos porque, além de tudo, fomentam a ganância de muitos.

    3) RIQUEZA INDIVIDUAL É MEDIDA PELA CURVA DA PROSPERIDADE.

    Por exemplo, um indivíduo nasceu pobre, trabalhou e melhorou de vida enquanto outro nasceu em “berço de ouro”. Quem é mais rico dos dois? O primeiro porque a Curva da Prosperidade dele é muito mais ascendente do que a do segundo. Importa dizer: de onde vim e aonde cheguei?

    4) RIQUEZA VAI DO INTANGÍVEL PASSA PELO TANGÍVEL E FINDA NO INTANGÍVEL.

    Tudo começa com motivação, trabalho e honestidade, produzindo bens. Do uso de tais bens deve resultar felicidade, alegria e contentamento. Bens materiais, por si mesmos, não têm valor intrínseco.

    5) RIQUEZA COLETIVA PREPONDERA SOBRE RIQUEZA INDIVIDUAL.

    Sem solidariedade é impossível estabelecer a riqueza coletiva. Solidariedade obriga o rico a olhar para baixo e o pobre a olhar para cima. Co-responsabilidade sim “coitado” não.

     

    E agora, você se acha um pouco mais rico?

     

     

    Francisco Gomes               Marilza Vaz Gomes

    f_l_gomes@terra.com.br       marilzajsv@hotmail.com



    Escrito por às às 22h37
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    APRESENTAÇÃO DO BLOG

    Este BLOG destina-se a publicar material com enfoque em:

     

    a) EDUCAÇÃO EMOCIONAL a fim de despertar a MOTIVAÇÃO para a vida, para o autodesenvolvimento e para o empreendedorismo.

    b) EDUCAÇÃO FINANCEIRA a fim de desenvolver a CULTURA DA POUPANÇA para o desenvolvimento pessoal, da família e da comunidade.

     

    A MOTIVAÇÃO está dentro de nós, o desafio é não deixá-la apagar-se como uma vela provocando desalento no futuro. A CULTURA DA POUPANÇA é aprendida, o desafio é não aprender de forma equivocada acarretando sofrimento no futuro.

     

    Aliando-se MOTIVAÇÃO e CULTURA DA POUPANÇA seremos hábeis para realizar sonhos pessoais e familiares e estaremos aptos ao estágio de PORTADORES DE FUTURO.

     

     

    MARILZA VAZ GOMES        FRANCISCO GOMES

    Psicóloga                              Contador

    marilzajsv@hotmail.com         f_l_gomes@terra.com.br



    Escrito por Francisco Gomes às 23h10
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